A apuração começou a partir da identificação de possíveis irregularidades no agendamento de perícias. Com o avanço das investigações, a PF apontou a participação do servidor, que teria usado sistemas corporativos do instituto para realizar as alterações.
Além do afastamento, a Justiça determinou que o investigado seja impedido imediatamente de acessar os sistemas e bancos de dados do INSS. Ele também não poderá usar credenciais funcionais nem entrar nas sedes administrativas do instituto.
A decisão foi expedida pela 17ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia. O servidor é investigado pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, corrupção passiva e associação criminosa.
A PF não informou o valor das supostas vantagens financeiras recebidas pelo servidor nem quantos benefícios teriam sido mantidos irregularmente.