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Piloto de avião que caiu em Belo Horizonte morava na Bahia; profissional e outras duas pessoas morreram

Acidente aconteceu na segunda-feira (4), após avião bater em um prédio residencial. Outras duas pessoas ficaram feridas.

Publicada em 05/05/2026 às 08:43h - 18 visualizações

por g1

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Foto: Reprodução/Redes sociais  (Foto: Foto: Reprodução/Redes sociais)

O piloto do avião monomotor de pequeno porte que caiu e bateu em um prédio residencial de Belo Horizonte na segunda-feira (4) morava com a família em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. Ele morreu no local.

A vítima é um dos três mortos no acidente e foi identificado como Wellington de Oliveira Pereira, de 34 anos. Ele era natural de Colorado, no norte do Paraná.

Ainda não há informações sobre o velório e o enterro do piloto. Ele deixou uma esposa e um filho.

 

O acidente foi registrado pelo Globocop. Na ocasião, o piloto levava quatro empresários do ramo de tecnologia e seguia para São Paulo após uma parada na capital mineira. Entre os passageiros, estavam:

Fernando Moreira Souto
A vítima estava no banco do copiloto e, assim como o piloto, também morreu no local. Ele era filho do prefeito da cidade de Jequitinhonha, em Minas Gerais, e tinha 36 anos.

Leonardo Berganholi
O empresário de 50 anos foi socorrido em estado grave e levado ao hospital. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no fim da tarde de segunda.

Arthur Schaper Berganholi
Ele é filho de Leonardo Berganholi e tem 25 anos. O jovem foi encaminhado em estado grave ao Hospital João XXIII.

 

O acidente aconteceu minutos depois da aeronave levantar voo no Aeroporto da Pampulha. O avião perdeu altitude e bateu entre o terceiro e o quarto andar do prédio, atingindo a área das escadas, e depois caiu no estacionamento do imóvel. Nenhum morador ficou ferido.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte, a tragédia poderia ser ainda maior se o avião tivesse atingido as laterais do prédio, pois havia residências ocupadas. Todos os moradores foram retirados do prédio pelos bombeiros.

De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave não tinha operação autorizada para táxi aéreo, ou seja, não pode ser usada para transporte comercial de passageiros ou cargas mediante pagamento.

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