A polícia diz, então, que começou um trabalho de investigação para localizar as famílias e os adolescentes envolvidos. De acordo com os investigadores, os agressores conheciam as vítimas e atraíram elas para o imóvel onde o estupro aconteceu dizendo que o grupo iria soltar pipa.
“Eles eram vizinhos e as crianças tinham confiança neles. Chamaram pra soltar pipa. Eles foram atraídos para esse imóvel porque falaram: 'vamos soltar pipa, aqui tem uma linha'. Um dos adolescentes disse que era uma brincadeira que acabou escalando, mas a iniciativa de gravar foi do maior. Foi ele quem começou as brincadeiras. Ele começou a gravar no próprio celular e depois pediu para o outro menor que gravasse”, afirmou a delegada que atendeu as vítimas.
O prefeito Ricardo Nunes (MDB) disse que as crianças e as famílias foram acolhidas em equipamentos da prefeitura de SP com ajuda psicológica. O local está mantido em segredo por proteção das vítimas, conforme determina o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


