(73) 9 9976 -5088

NO AR

MOMENTOS

gandufm.com.br

Gandu - Redes Sociais
Contato - Gandu
Brasil

Major e soldado baleadas em Salvador: entenda regras sobre intervenção policial e uso da força dentro da corporação

Tenente-coronel disparou tiros contra a soldado Ana Beatriz de Jesus Alves Santos para conter ataque contra a major Caroline Ferreira Souza. Situação ocorreu no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador.

Publicada em 25/03/2026 às 08:14h - 27 visualizações

por G1

Compartilhe

Link da Notícia:

Foto: Reprodução/Redes Sociais  (Foto: Foto: Reprodução/Redes Sociais)

O caso envolvendo a soldado da Polícia Militar Ana Beatriz de Jesus Alves Santos, que atirou contra a major Caroline Ferreira Souza, superior dela, chama atenção para a intervenção policial e quando há necessidade de uso da força dentro da corporação.

A confusão ocorreu na segunda-feira (23), na Vila Militar do Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador. Após Ana Beatriz balear a superior com um tiro no rosto, um tenente-coronel que estava próximo ao local conseguiu intervir e efetuou disparos contra a soldado, a fim de contê-la. Ela foi baleada no tórax e no ombro.

As duas foram socorridas por colegas e levadas para o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS). Depois, a major foi transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde passou por cirurgia no maxilar. Nenhuma delas corre risco de morte.

O caso é acompanhado pela Corregedoria da Polícia Militar, que não divulgou detalhes sobre a investigação interna.

Para esclarecer os procedimentos previstos, o g1 ouviu o coronel da reserva Antônio Jorge, que explicou como deve ser a atuação em situações de risco e as possíveis consequências administrativas e penais para a suspeita.

Segundo o coronel, a prioridade em qualquer ocorrência com risco à vida é interromper o ataque, independentemente de quem esteja envolvido. "Se você se depara com uma situação que uma pessoa está armada, desferindo disparos contra a outra, a primeira providência a fazer é cessar a agressão", explicou o coronel da reserva.

 

"E, se esse agressor se vira contra aquele que está fazendo a intervenção, o interventor tem não só o direito, como o dever, de resguardar a sua integridade física e de terceiros que se encontram presentes no mesmo ambiente".

Quanto ao uso da força para conter a agressora, o especialista afirmou que existem protocolos que orientam a atuação policial, começando por abordagens verbais e podendo chegar ao uso de arma de fogo.

No entanto, ele ressaltou que nem sempre é possível seguir todas as etapas. "Fique claro que em caso de necessidade não há como se seguir esse escalonamento", disse. É a circunstância que vai determinar a força necessária para conter a agressão.

ATENÇÃO:Os comentários postados abaixo representam a opinião do leitor e não necessariamente do nosso site. Toda responsabilidade das mensagens é do autor da postagem.

Deixe seu comentário!

Nome
Email
Comentário
0 / 500 caracteres


Insira os caracteres no campo abaixo:


LIGUE E PARTICIPE

73 9 9976 5088

Visitas: 2007135

Usuários Online: 1

Copyright (c) 2026 - Gandu FM
Converse conosco pelo Whatsapp!