Ainda segundo informações da PC, o caso teve início no estado do Rio Grande do Norte, após a mãe de uma criança de 10 anos identificar conversas e ameaças no celular da filha. A partir do registro da ocorrência, a polícia solicitou judicialmente a quebra de dados armazenados em nuvem, o que possibilitou a identificação do suspeito e a constatação da reiteração criminosa, com o armazenamento de imagens de múltiplas vítimas.
A ação foi realizada por meio da Delegacia Territorial de Catu, com apoio do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV), durante a Operação Brilho do Amanhã, voltada ao combate de crimes praticados contra crianças e adolescentes, especialmente no ambiente virtual.


