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Viúva de chefe do tráfico, responsável por armamento de facção e mais: quem é a suspeita presa por vender armas na Bahia

Kananda Hemerly Moreira foi capturada em Ilhéus, nesta segunda-feira (15), após mudar de endereço diversas vezes. Ela já respondia por estelionato.

Publicada em 16/12/2025 às 07:43h - 36 visualizações

por g1

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Foto: Divulgação  (Foto: Foto: Divulgação)

A mulher de 29 anos presa por suspeita de vender armas pelo Comando Vermelho, na Bahia, é viúva de um dos chefes da facção e seguia coordenando ações, mesmo após a morte do companheiro. É o que apontam investigações da Polícia Civil (PC) compartilhadas com o g1.

Kananda Hemerly Moreira foi localizada na cidade de Ilhéus, no sul da Bahia, na manhã desta segunda-feira (15), após investigações chegarem ao seu paradeiro. Antes disso, a jovem trocava de endereço constantemente para não ser encontrada pelos policiais.

A suspeita foi o principal alvo da Operação "Costa Segura", deflagrada pelas polícias Civil, Militar e Federal. A função dela no grupo criminoso era fornecer drogas e armas de fogo, além de negociar remessas de drogas.

 

Além de administrar o tráfico de armas e drogas, a investigada também tinha passagem por estelionato após negociar uma pistola, receber R$ 10 mil pela arma e não fazer a entrega. O g1 tenta localizar a defesa da suspeita.

 

Operação prendeu 29 pessoas

 

Além da ação em Ilhéus, a "Operação Costa Segura" foi deflagrada também nos municípios de ItabunaUruçuca e Itacaré, todos no sul do estado. Também foram registradas prisões nos estados do Rio de Janeiro e da Paraíba. Ao todo, 29 pessoas foram capturadas:

 

  • Itacaré - 8
  • Uruçuca- 5
  • Ilhéus - 3
  • João Pessoa - 1
  • Itabuna - 11
  • Rio de Janeiro - 1

Entre os presos, 10 são mulheres e 19 são homens. Segundo o Secretário de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), Marcelo Werner, normalmente as mulheres entram no crime após se relacionar com suspeitos.

"Essas mulheres acabam se associando aos faccionados, às lideranças, tendo inclusive relacionamentos. Com a prisão deles, acabam assumindo um papel de protagonismo na organização criminosa, em especial na negociação de armas, na negociação de drogas e também na lavagem de capitais. É um fenômeno que a gente vem observando", pontuou.

 

Conforme pontuou a Polícia Federal (PF), que também participou da ação, entre os 29 presos estão chefes do grupo criminoso responsáveis por coordenar homicídios, distribuir armas e gerenciar o tráfico de drogas no sul da Bahia. Os suspeitos também tinham contato com chefes do tráfico de drogas de outros estados.

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