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Justiça prorroga prisão dos sete suspeitos investigados por fraudes fundiárias e lavagem de dinheiro

Juíza argumenta que soltura dos suspeitos neste momento poderia representar risco de destruição de provas. Eles estão presos no Conjunto Penal de Feira de Santana desde a última sexta-feira (28).

Publicada em 02/12/2025 às 09:06h - 21 visualizações

por g1

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Foto: Polícia Civil  (Foto: Foto: Polícia Civil)

A Justiça da Bahia prorrogou a prisão temporária das sete pessoas presas suspeitas de cometer fraudes documentais, grilagem de terras e lavagem de capitais em Feira de Santana e cidades vizinhas. A decisão foi proferida no domingo (30) e determina que os investigados fiquem mais seis dias privados de liberdade.

Conforme informações da TV Subaé, a juíza Sebastiana Costa Bonfim entendeu que manter a prisão dos investigados é essencial para a continuidade das investigações.

Ela argumenta que a soltura dos suspeitos neste momento poderia representar risco de destruição de provas, comunicação entre os integrantes do grupo e comprometimento do material apreendido. O Ministério Público da Bahia (MP-BA) também se manifestou favoravelmente à prorrogação das prisões.

 

Os sete investigados foram presos na última quarta-feira (26), durante a Operação Sinete, conduzida pela Polícia Civil (PC). Eles foram transferidos para o Conjunto Penal de Feira de Santana na sexta-feira (28).

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos 12 carros de luxo, duas motocicletas, dinheiro em espécie, joias e diversos documentos.

 

Entre os presos estão:

 

  • Oyama de Figueiredo;
  • Pedro Henrique dos Reis de Figueiredo;
  • Lívia Cajado de Figueiredo Cosmo;
  • Luanda Cajado de Figueiredo;
  • Vanderlino Oliveira Evangelista;
  • Geraldo Bispo Ferreira;
  • Arnaldo Novais de Melo.

A Justiça também determinou o sequestro judicial de valores e bens, com bloqueio autorizado de até R$ 6 milhões por CPF e R$ 60 milhões por CNPJ dos investigados.

De acordo com as investigações feitas pelo Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco), as fraudes foram cometidas a partir de uma estrutura formada por servidores de cartórios de registro de imóveis, empresários, advogados, corretores de imóveis e agentes de segurança pública.

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