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Deputado procurado e novas prisões por lavagem de dinheiro e extorsão: veja cronologia de operação contra Binho Galinha

Parlamentar é procurado pela Polícia Federal nesta quarta-feira (1°), durante operação. Nove pessoas já foram presas, incluindo a esposa e o filho dele.

Publicada em 02/10/2025 às 09:00h - 100 visualizações

por G1

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Foto: Agência Alba  (Foto: Foto: Agência Alba)

deputado estadual Kleber Cristian Escolano de Almeida, mais conhecido como Binho Galinha (PRD), é procurado pela Polícia Federal (PF) suspeito de ser chefe de uma milícia responsável por lavagem de dinheiro em Feira de Santana, segunda maior cidade da Bahia.

Segundo a PF, a atuação do grupo tem mais de uma década. As investigações apontaram que o jogo do bicho, a agiotagem, a receptação qualificada e o desmanche de veículos são as principais fontes de dinheiro dos suspeitos.

Nesta quarta (1°), a esposa e o filho do deputado, além de outras sete pessoas, incluindo quatro policiais militares, voltaram a ser presosO parlamentar e a família negam as acusações.

 

  • A PF deflagrou a operação "El Patrón", que bloqueou R$ 200 milhões das contas bancárias dos investigados foram bloqueados e prendeu seis pessoas foram presas em dezembro de 2023.
  • Entre os detidos, a esposa de Binho Galinha, Mayana Cerqueira da Silva, e o filho deles, João Guilherme Cerqueira da Silva Escolano, que tinha apenas18 anos.
  • Segundo a denúncia do Ministério Público da Bahia (MP-BA), a investigação apontou que Binho Galinha lavava dinheiro por meio de empresas e vendia peças de carro roubadas na sua loja de autopeças, a Tend Tudo, em Feira de Santana.
  • Em um dos imóveis, foram encontradas milhares de peças de carros. Na época, a PF informou que o parlamentar não foi preso devido ao foro privilegiado.
  • Foi divulgada a descoberta de que a empresa do parlamentar recebeu R$ 40,7 milhões sem lastro suficiente de notas fiscais emitidas.
  • Os auditores avaliaram que há indícios de movimentação financeira incompatível com a receita bruta declarada pela loja de autopeças.

 

  • A Tend Tudo ainda recebeu créditos de outras duas pessoas que tinham registros criminais de receptação qualificada e organização criminosa.
  • Foi divulgado ainda que, em 2020, a empresa emitiu nota fiscal no valor de R$ 3 milhões por conta da venda de mil cabines de caminhão, cada uma com valor de R$ 3 mil.
  • Os auditores apontaram que não existia comprovação da entrada dos recursos na empresa e que não há vestígios de compra de cabines suficientes para revenda ou de material para a fabricação. Ao todo, 15 pessoas foram denunciadas pelo MP-BA e são investigadas.
  • As investigações apontaram que o filho do deputado estadual, era responsável por receber o dinheiro do crime desde quando ainda tinha menos de 18 anos. Ele teria repassado cerca de R$ 474 mil para o pai.
  • Já a esposa do parlamentar tinha uma movimentação financeira incompatível com os rendimentos declarados à Receita Federal, e a maioria das transações feitas por ela envolvem os outros suspeitos.
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