
Ao manter a prisão do empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, suspeito do assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes, o juiz Leonardo Damasceno destacou a extrema gravidade do crime, o risco à sociedade e o histórico de violência do homem.
O pedido de prisão preventiva foi feito pelo Ministério Público. A audiência de custódia ocorreu na manhã de quarta-feira (13), dois dias após o crime. No mesmo dia, o suspeito, que estava no Ceresp Gameleira, em Belo Horizonte, foi transferido para um presídio em Caeté, na Grande BH.