Questionada, a PF não quis comentar o assunto. Por meio de sua assessoria de imprensa, o órgão informou que não se manifesta "sobre eventuais investigações em andamento".
O MPF pediu para a PF abrir inquérito policial para investigar os forrozeiros por eventuais crimes, como revenge porn (pornografia de vingança), assédio sexual, lesão corporal e ameaça. Alguns desses homens foram identificados pelas vítimas, outros não.
De acordo com os relatos dessas vítimas, que o g1 teve acesso, além da capital paulista, os casos ocorreram em Cotia, na região metropolitana, no Rio de Janeiro e em Turim, na Itália. As mulheres contaram ter conhecido os abusadores em casas de shows, escolas de dança e em festivais de forró.
As vítimas identificadas pela Bancada Feminista do PSOL na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) citam o "Cremosinhas da Putaria" e o "Vazadinhas Inéditas" como os grupos no Telegram em que imagens delas foram ou podem ter sido compartilhadas. Ao menos um dos grupos existe há quase uma década.


