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Vinte marcas de azeite já foram alvo de proibição total ou parcial do governo em 2025; veja lista

Produtos foram vetados por terem óleos vegetais em sua composição ou por serem fabricados e comercializados em locais clandestinos, entre outras irregularidades.

Publicada em 08/07/2025 às 10:06h - 83 visualizações

por G1

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 (Foto: GANDU FM)

Vinte marcas de azeite foram banidas ou tiveram lotes proibidos pelo governo federal em 2025.

Os vetos ocorreram em em ações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e do Ministério da Agricultura – a última que apareceu na lista é a Vale dos Vinhedos, proibida nesta segunda-feira (7).

Tanto o ministério quanto a agência, que podem atuar em conjunto, possuem uma lista com marcas e lotes vetados para consumo. Algumas marcas aparecem em ambas as relações.

As ações deste ano se somam a outras do ano passado. Desde o início de 2024, o governo federal já proibiu lotes e marcas de azeite mais de 70 vezes.

Algumas das irregularidades encontradas pelo governo, desde o início de 2024, foram:

 

  • importação e distribuição por empresas sem CNPJ no Brasil;
  • adulteração/falsificação;
  • presença de óleos vegetais no produto;
  • não atendimento às exigências sanitárias para suas instalações;
  • não atendimento a padrões de rotulagem;
  • falta de licenciamento junto à autoridade sanitária competente;
  • incerteza sobre origem ou composição do produto.

 

Veja as marcas que foram proibidas ou tiveram lotes vetados desde o começo de 2024:

Apreensão e proibição de venda

 

Oito marcas vetadas aparecem tanto na lista do Ministério da Agricultura quanto da Anvisa. São elas: Cordilheira, Serrano, Alonso, Quintas D'Oliveira, Almazara, Escarpas das Oliveiras, Grego Santorini e La Ventosa.

As seis últimas estavam em uma lista de apreensões do Ministério da Agricultura em outubro passado. Na época, o governo informou que os produtos apresentavam risco à saúde devido à incerteza sobre a sua origem e composição.

A Anvisa proibiu as seis marcas em maio deste ano, após pedido do Ministério da Agricultura, por irregularidades nos CNPJs das empresas embaladoras.

No caso da Alonso, o Ministério da Agricultura esclareceu que existem duas marcas de azeites com esse nome, mas de empresas diferentes. A proibida pelo governo é representada pela Comércio de Gêneros Alimentícios Cotinga Ltda., que tem origem desconhecida.

A outra marca, que é regular, tem origem chilena e é exportada pela Agrícola Pobena S.A.

 

Risco à saúde

 

As proibições feitas pelo Ministério da Agricultura levam em conta o risco à saúde do consumidor.

 

Em uma operação contra fraude de azeite extravirgem em março de 2024, agentes identificaram produtos fabricados ou comercializados em estabelecimentos clandestinos, com condições de higiene inadequadas.

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