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Medicamento experimental promete perda de peso sem efeito no apetite e pode inaugurar nova classe de drogas antiobesidade.

O chamado SANA atua diretamente nas células do tecido adiposo e não age no sistema nervoso central nem no sistema digestivo. Fase 2 do estudo clínico deve começar ainda este ano.

Publicada em 27/06/2025 às 09:21h - 93 visualizações

por G1

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 (Foto: G1)

Um medicamento capaz de contribuir para a perda de peso sem afetar o apetite. Foi o que pesquisadores descobriram em um novo estudo publicado na revista científica "Nature Metabolism".  ??Chamado de SANA (da sigla em inglês, salicylate-based nitroalkene), o medicamento experimental é um derivado do salicilato – composto orgânico que tem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias. É encontrado naturalmente em plantas e deu origem a medicamentos como a aspirina (ácido acetilsalicílico).  Diferentemente dos análogos ao GLP-1 (com a semaglutida, princípio ativo do Ozempic, por exemplo), o medicamento não atua no sistema nervoso central ou digestivo e, assim, seria o primeiro de uma nova classe de drogas antiobesidade. O estudo mostrou que o fármaco é capaz de estimular as células do tecido adiposo (que armazena gordura no corpo) a gastar energia para produzir calor. Esse processo tem como principal consequência a perda de peso.

A pesquisa foi coordenada por Carlos Escande, pesquisador do Institut Pasteur de Montevideo (Uruguai), e teve colaboração de pesquisadores brasileiros da Unicamp, USP e UFRJ. A contribuição brasileira teve apoio da Fapesp.

William Festuccia, professor e pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, explica que, no longo prazo, o peso corporal é determinado pelo balanço entre a ingestão calórica (quantidade de energia ingerida e absorvida no trato gastrointestinal) e o gasto calórico (energia gasta para manter o corpo funcionando).

E o SANA atua justamente no aumento do gasto de energia, sem alterar a ingestão calórica. 

Resultados da fase 1 do ensaio clínico também já indicaram que o composto é seguro e sugeriram efeitos positivos em humanos. Mas ainda são necessárias novas fases para testar a eficácia do medicamento no tratamento da obesidade.

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